Kadafi em 1969

Kadafi em 1969

 

Kadafi em 1969 atrás dele, o primeiro da esquerda, está Abdessalam Jalloud, durante muito tempo o segundo homem do regime. Participou do grupo de Kadafi na tomada do poder, foi Primeiro-Ministro, membro do Comando Revolucionário Líbio, responsável por dirigir o setor petrolífero (aplicando as medidas de Kadafi) e serviu como emissário de Kadafi em missões no exterior . Infelizmente não consegui identificar as outras pessoas, possivelmente também membros do alto-escalão do governo. 

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CIA/EUA construindo campos de treinamento da Al Qaeda “Campus” na Líbia

[É bom ler este texto pensando na quantidade de líbios que estão indo lutar na Síria]

Na Líbia não há governo, há apenas Al Qaeda. A resistência líbia cresce cada vez mais forte com o povo da Líbia farto com a tirania que agora controla suas vidas. Al Qaeda, Irmandade Muçulmana, Ansar Al Sharia e outros grupos radicais estão reivindicando tanto terreno quanto possível na Líbia antes das tribos ganharem apoio externo suficiente para voltar e limpar seu país da imundice lá deixada pela OTAN, pela ONU e pelos EUA. Temendo perder o seu controle e seu novo banco, a CIA dos EUA intensificou seu apoio aos psicopatas na Líbia. Eles estão ajudando a criar grandes campos de treinamento em todo o país. Eles apelidaram estes ninhos Al Qaeda “campus”. Será que os radicais islãmicos sequer conhecem esse termo? “Campus”? Não, este é um pequeno e típico toque da CIA para turvar ainda mais a água e confundir o ocidente. Existem 4 grandes campi espalhados pela cidade de Bani Walid, porque que essa nunca foi dos radicais e eles sabem que Bani Walid, casa da Grande tribo Warfalla não vai sucumbir às suas ameaças. Há campis nos arredores de Tripoli e muitas outras áreas na Líbia. Lembre-se, Al Qaeda está sendo financiada e treinada pela CIA, ou seja, a  corrupta administração Obama que está apoiando esta ocupação ilegal da Líbia.

Além disso, um ponto alto aqui, o líder da Al Qaeda, Ayman al-Zawahiri foi transferido para a Líbia, juntamente com outros líderes terroristas e recebeu quartos de 5 estrelas. Quem você acha que facilitou estes movimentos e criou as acomodações? Você adivinhou certo, se você disse que a CIA norte-americana.

Os 2 milhões de líbios no exílio e as grandes tribos da Líbia continuam a receber mais apoio de outros países a cada dia. Você tem que perceber que a Itália, França, Alemanha e toda a UE estão sob a ameaça com a Al Qaeda em uma proximidade tão estreita com a Europa. Além disso,  devido ao fato de que é tão perigoso agora a trabalhar na Líbia maioria das companhias de petróleo deixaram o país e as tribos têm ido sobre o negócio de desligar o resto da produção de petróleo para manter o dinheiro do petróleo fora das mãos dos terroristas. [NOTA DO SITE: de fato empresas deixaram o país, no entanto a produção continua]

O fato de que os EUA estão apoiando ativamente o terrorismo na Líbia ao apoiar a ocupação ilegal da Líbia é chocante e todo o mundo deveria acordar. Entregando um país rico e estratégico como a Líbia para os piores psicopatas do mundo e, em seguida, apoiá-los contra o povo soberano legítimo desse país é um crime contra o mundo inteiro e não apenas contra o povo líbio

Este texto é de abril de 2014, publicado pelo site http://libyanwarthetruth.com/

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Mercenários Afegãos na Líbia

“A Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos recrutou mais de 1.500 homens da região de Mazar-e-Sharif, no Afeganistão, para lutar na Líbia. Fontes militares disseram ao jornal The Nation que “A maioria dos homens foram recrutados do Afeganistão. Eles são uzbeques, hazaras e persas” 

Segundo a TV Al-Jazeera, diversas imagens de “rebeldes” mostram combatentescom vestimentas afegãs, e não líbias.

Fontes em Quetta, disseram que “Alguns uzbeques e hazaras do Afeganistão foram presos em Balochistan. Eles viajarem ilegalmente do Paquistão, passaram pelo Irã e desembarcaram na Líbia, protegidos pela Otan. Relatórios da Al-Jazeera revelam que além dos combatentes transportados por aviões, mais de 60 afegãos, na maioria crianças e adolescentes, foram encontrados mortos por sufocamento dentro de um contêiner, no sudoeste do Paquistão, em uma tentativa aparente de ingressar na Líbiapor via marítima.

Mais de 100 imigrantes ilegais foram descobertos a 20 quilômetros da cidade fronteiriça de Quetta, na semana passada no interior do contâiner, que tinha sido trancado por fora.

Rebeldes financiados pela CIA

As fontes da TV Al-Jazeera disseram que “A CIA financiou os rebeldes da Líbia com dinheiro e armas.” Em uma entrevista com o prefeito de Nova York, o judeu sionista (racista) Michael Bloomberg, ele afirmou que os líderes dos rebeldes da Líbia viajaram para Istambul buscando legitimidade e dinheiro. “Eles vão sair com o reconhecimento oficial dos EUA e 31 outros países. Quanto ao dinheiro, eles vão ter que esperar”.

A decisão do prefeito de Novaiorque de tratar diretamente com osrebeldes, reconhecendo-os como “autoridade legítima do governo” na Líbia, é um passo fundamental para liberar alguns dos bens congelados do governo líbio, transferindo-os para os rebeldes em trocada missão de derrubar o líder Muamar Kadafi.

Segundo a secretária de Estado Hillary Clinton, “Nós ainda temos de trabalhar através de várias questões jurídicas, mas esperamos que esse reconhecimento permitirá que os rebeldes líbios tenham acesso aosfundos congelados e a diversosoutros financiamentos”.

Em causa estão cerca de US$ 34 bilhões em ativos congelados – roubados – do governo líbio, sequestrados pelas instituições dos EUA emais US$ 130 bilhões de dólares congelados nos países da Comunidade Econômica Européia. Falando por telefone a partir de Istambul, o porta-voz do Conselho Nacional de Transição Mahmoud Shammam afirmou que pretende resgatar mais de US$ 100 bilhões em fundos congelados – direto do governo e de empresas líbias que cometeram o erro de confiar nos bancos norte-americanos e europeus.

Muito dinheiro em jogo

Nas próximas semanas, os funcionários dos EUA vão consultar os parceiros do CNT sobre os métodos mais eficazes e adequados para fazer assistência adicional significativa aos fundos disponíveis, de acordo com um funcionário do Tesouro dos EstadosUnidos que não estava autorizado a discutir o assunto publicamente.

Shammam disse que a CNT precisa de US$ 3 bilhões para cobrir o orçamento de seis meses de guerra. O conselho está buscando empréstimos garantidos por contratos para exploração de petróleo e gás natural na  Líbia para ospróximos anos.

O reconhecimento dos rebeldes por parte das nações européias eEUA podem legalmente permitir às nações comprar a empresa estatal de petróleo da Líbia, que controla a rica parte oriental do país. Duas empresas estrangeirassaíram na frente: a Eni SpA da Itália e a francesa Total SA.

Segundo Gary Clyde Hufbauer, pesquisador sênior do Instituto Peterson para Economia Internacional, em Washington “As questões legais estão sendo manipuladas. Se Obama e Clinton querem pagar os rebeldes, os seus advogados podem inventar muitas questões legais para justificar o ritmo escolhido, e a exigência principal é prender ou matar o Kadafi.”

Os EUA prevê um “curto espaço de tempo” para liberar alguns dos ativos do governo líbio congelados pelos EUA.O porta-voz do Departamento Mark Toner disse que o presidente Barack Obama assinou uma ordem em 25 de fevereiro de congelamento de todos os ativos do governo da Líbia e de empresas e indústrias líbias nos Estados Unidos. Como uma questão prática, a maioria dos US$ 34 bilhões está vinculada a interesses de propriedade complicada, incluindo participações em empresas não negociadas publicamente ou imóveis, de acordo com o funcionário do Tesouro.

A mecânica de como os EUA vão descongelar ativos ainda tem que ser trabalhado, e os valores podem superar em muito os números até agora anunciados. As sanções das Nações Unidas contra a Líbia permaneciam um obstáculo aos esforços para conseguir dinheiro para os rebeldes,mas na semana passada o governo da África do Sul – sob pressão do governo norte-americano que ameaçou cortar a ajuda militar àquele país – concordou em retirar o veto à utilização dos fundos congelados.

O Reino Unido e a França, que lideraram a campanha para derrubar Kadafi, ainda não anunciaram qualquer contribuição financeira aos rebeldes, a não ser as aeronaves que estão bombardeando a Líbia dia e noite.

O reconhecimento do governo provisõrio dos rebeldes líbios, violando todas as legislações nacionais e internacionais “vai permitir que a alguns países descongelaremdinheiro paraosrebeldes”, afirmou o ministro francês Alain Juppé.Ele disse que na França os valorescongelados dogovernolíbio superam 250 milhões de euros.

Outras nações já encontraram os meios para agir neste sentido. A Itália irá abrir uma linha de crédito para os rebeldes usando como garantia bens congelados, e fornecê-los com 100 milhões de euros, informou o ministro das relações exteriores italiano, Franco Frattini.Ele disse que outros 300 milhões de euros serão liberados em duas semanas e, no total, a Itália vai emprestar 400 milhões de euros aos rebeldes.

Violação do direito internacional

O CNT espera mais US$ 100 milhões da Turquia dentro de três dias, informou Shammam.

O principal critério no direito internacional para o reconhecimento de um grupo rebelde denominado governo é de controle efetivo sobre o território. Legalmente, o reconhecimento do CNT é ilegal porque diversas cidades líbias continuam sob controle do governo de Muamar Kadafi, o que “indiscutivelmente constitue uma interferência ilegal nos assuntos internos”, disse Stefan Talmom, professor de Direito Internacional da Universidade de Oxford, em artigo para a Sociedade Americana de Direito Internacional.

Mas o direito internacional estásendo atropelado pelo Departamento de Estadonorte-americano, segundo o qual “uma série de ações dos rebeldes convencenceram os EUA a oferecer reconhecimento, incluindo um compromisso de prosseguir um processo de reforma, e buscar representação mais abrangente de líbios, politicamente, geograficamente e tribais”. Ora, tudo isso não passa de cortinas de fumaça porque é do conhecimento global que a CIA preparava e financiava, há décadas, os levantes no leste da Líbia para derrubar o líder Muamar Kadafi.

O Secretário-Geral Ban Ki-moon será a única pessoa autorizada pelo Grupo de Contato para negociar com ambos os lados na Líbia. Ban criará um conselho deapenas 2 ou 3 interlocutores de Kadafi e dos rebeldes, disse Frattini.

A campanha militar contra Kadafi vai continuar “indefinidamente” até que ele sejapresou ou morto, afirmou ministro do exterior britânico, William Hague, em Istambul, revelando os verdadeiros objetivos desta guerra de ocupação da Líbia.

As potências imperialistas querem neutralizar um líder nacionalista – Muamar Kadafi – que não permite a entrega das riquezas naturais do país para empresas estrangeiras. Afastando o único obstáculo para saquear as liquezas da Líbia, os abutres de Wall Street, da França e Inglaterra, estarão com o caminho livre para roubar o povo líbio impunemente.”

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A “Revolução” da OTAN

O avanço das “forças rebeldes” é proporcional ao aumento dos crimes da OTAN, a destruição de infraestrutura e o massacre do povo líbio que vem ocorrendo nos ultimos quatro meses. Isso quer dizer que quanto mais avança a peste mercenária, maior o desprezo do povo líbio por ele e maior seu apoio a Kadafi, maior sua fibra de resistência.

A “Revolução” na Líbia nada mais é que tribos mercenárias massacrando o povo por terra e aviões estrangeiros fazendo isso pelo ar. A resistência permanece, com ou sem Kadafi – e já não é a primeira vez que a Líbia enfrenta opositores somados a bombardeios da Organização do Tratado do Atlântico Norte.

“Rebelión – [Basem Tajeldine, tradução do Diário Liberdade] Mais de 4 meses de intensos bombardeios da OTAN; mais de 4300 operações aéreas e centenas de bombas de precisão feitas a partir de urânio empobrecido [1], que foram jogadas indiscriminadamente sobre o povo líbio desde o início das agressões imperiais contra a Líbia, causando a morte de mais de 1000 civis inocentes e ferindo outros milhares mais, e nada parece abalar o governo líbio.

Intensificam-se os bombardeios e massacra-se o povo líbio com a falsa desculpa de “defender suas vidas”; no entanto, ninguém sabe explicar o porquê do povo líbio ainda se manter firme e leal ao seu governo e ficar na resistência diante das mais duras condições do bloqueio econômico criminoso e frente ao sistemático terrorismo de Estado exercido pelos países da OTAN.

Os infames “aliados” da OTAN não esperavam encontrar tamanha resistência popular líbia. Muitos estão confusos. Como é possível que o suposto “monstro e genocida” – como a mídia descreve Gaddafi – tenha resistido a semelhantes ataques, por várias frentes, e conte ainda com a coragem de muitos líbios? Porque os “rebeldes” não conseguiram, por terra, varrer com “o tirano” mais odiado por seu povo? Onde reside a força de Gaddafi?

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Estranhas são essas missões “humanitárias” que matam civis inocentes e destroem toda a infraestrutura civil de um país com a desculpa de defender o povo líbio. Estranhos são esses “rebeldes” ou “revolucionários”, ou melhor dizendo – segundo a mídia internacional – “civis armados” que enfrentam o governo de Muammar Al Gaddafi, apoiados por forças estrangeiras. Estranho são seus líderes reunidos no Conselho de Transição Nacional (CTN), que exigem do estrangeiro dinheiro e mais armas para assassinar aos seus próprios irmãos líbios. Mentirosos são os jornalistas membros das redes transnacionais que todos os dias relatam sobre os supostos avanços dos grupos “rebeldes”, e nos mostram vídeos absurdos sobre combates falsos entre rebeldes e tropas líbias, enquanto as zonas com supostas disputas continuam sob o controle do exército e das milícias populares leais ao governo líbio. Estúpidos são aqueles que acreditam em todas essas mentiras e fazem eco do falso discurso imperial. Perguntemo-nos algo: se o povo líbio odeia Gaddafi, porque depois de 4 meses de intensos bombardeios os “rebeldes líbios” não avançam e tomam o controle da zona mais populosa da Líbia, a capital Trípoli? Podem denominar-se “rebeldes líbios” aqueles que cumprem as ordens militares das potências imperiais, garantem a destruição de seu próprio país e a morte de seus irmãos, e, frente aos seus próprios fracassos militares, não tentam negociar uma saída e reconciliação com a outra parte? Gozam de autonomia esses “rebeldes”? Ou são mercenários descarados a serviço das potências estrangeiras? Rebeldes são os povos e sua vanguarda que luta contra o sistema imperante em razão de ideais progressistas. É à realidade e proceder destes grupos que me remeto. Os mal chamados “rebeldes líbios” não são mais que mercenários vulgares a serviço da OTAN, que tenta impor os interesses dos seus senhores. Sua existência e ação na Líbia foram produto de um plano claramente orquestrado com muita antecedência e preparação, tal como escrevem muitos outros investigadores do conflito líbio [2].

Estive presente na Líbia nos momentos mais difíceis da agressão imperialista da OTAN, e testemunhei o que realmente sucede lá, a mais cruel, crua e triste realidade que enfrenta esse povo irmão [3]. Isso me permite ratificar tudo o que tenho escrito. As tropas líbias não enfrentam diretamente os grupos mercenários. Não. O exército líbio resiste à agressão imperial da força aérea da OTAN, que bombardeia a população e limpa o terreno, que depois será ocupado pelos mercenários. Estes cumprem o triste papel, encomendado pela OTAN, de exército de ocupação. Após o recuo tático do exército líbio, frente ao bombardeio, imediatamente se produz o contra-ataque líbio, que afugenta os mercenários covardes.

Cada dia que passa sem que a OTAN consiga alcançar o declarado objetivo de assassinar Gaddafi – violando a própria Resolução 1973 da ONU – os grupos mercenários ficam mais desacreditados ante os poucos líbios iludidos que ainda existem, e também frente ao mundo. Quanto mais dura a agressão, e as máscaras das forças mercenárias imperiais vão caindo, mais cresce a resistência militar e popular do povo líbio, em moral e determinação para continuar lutando.

A OTAN e seus aliados sabem que o tempo joga contra eles, que a consciência e o ódio do povo líbio contra eles cresce na medida em que aumentam seus crimes.

Aqui está o segredo revelado que explica uma das razões da força de Muammar Al Gaddafi. A pior desgraça para um exército colonizador são as mentes descolonizadas e um povo decidido a morrer pelo que crê.

Basem Tajeldine é membro do Centro de Saberes Africanos.”

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Parte da fala do líder Muamar Kadafi, distribuída por gravação divulgada rede Arrai de televisão da Síria:

“Todos devem lembrar que o governo da Líbia é governo de Jamahiriya: o poder está nas mãos dos homens e mulheres das Conferências Populares e dos Comitês Populares que há em toda a Líbia. Esse Governo do Povo não termina nem pode ser derrubado, porque o governo são os milhões de líbios. Quem diga que “o governo Kadafi” foi derrubado faz papel ridículo, patético. Não há “governo Kadafi”. Kadafi não tem governo. Quem tem governo na Líbia é o povo líbio.

Kadafi já não governa nada e ninguém desde 1977, quando passou o poder aos Comitês Populares da Jamahiriya. Quando 2 mil tribos encontraram-se e declararam que só o povo da líbia representava a Líbia. Não basta?!

Essa é a resposta que temos para a OTAN, que insiste em meter no poder o Conselho Nacional de Transição de Benghazi, dizendo que representaria o povo líbio. O povo líbio está aqui, lutando comigo porque eu luto com ele. Ninguém nos representa ou fala por nós. O poder na Líbia pertence ao povo. Nada e ninguém, senão o povo líbio, é legítimo para falar pela Líbia. Todos os líbios são membros dos Comitês Populares. Essa é a verdade. Tudo mais que digam, é falso.

O que está acontecendo na Líbia é tentativa de golpe de estado, que só sobreviveu até aqui porque se mancomunou com a OTAN, que atacou o povo líbio com seus aviões de guerra. Mas nenhum ataque desse tipo pode durar para sempre. No instante em que a OTAN tiver de sair da Líbia, com ela fugirão também os traidores. Estamos prontos a morrer para defender o poder do povo. Vivemos por isso. Lutamos por isso. Por isso morreram os nossos mártires.”

A declaração de Kadafi foi divulgada pouco antes dos primeiros encontros ‘oficiais’ entre o presidente Barack Hussein Obama dos EUA e Mustafa Abdel Jalil, apresentado como chefe do Conselho Nacional de Transição, pelas potências ocidentais que atacam a Líbia. O encontro entre Obama e Jalil serviu para liberar milhões de dólares do povo líbio congelados nos bancos norte-americanos, em trocada entrega das riquezas naturais do país às potências estrangeiras que financiaram esta guerra.

Retirado de: http://amarchaverde.blogspot.com/

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Dez Mil Tuaregs unem forças com Kadafi

En Trípoli los combates no cesan. Son constantes entre las milicias locales (los vecinos de la capital) y los “rebeldes” OTANistas y mercenarios de Al-Qaeda.

Hassan Alliby | La Haine

 

Los aviones de la OTAN han seguido con sus bombardeos en Sirte, Sabha, Bani Walid. Pero las tres ciudades mantienen sus defensas firmes en combate contra los carros blindados de las fuerzas OTANistas. Los combates siguen.

Unidades de la OTAN, del ejército de Qatar y de Al-Qaeda usan artillería pesada ya que se han integrado nuevas unidades de artillería. La ciudad de Bani Walid ha abierto otro frente de combate contra los agresores que estaban concentrados a las afueras de esa ciudad, que está protegida por las fuerzas nacionales de la Gran Jamahiriya.

Una fuente reporta que uno de los jefes rebeldes, Ibrahim Halbas Tauorga, quien había masacrado a gente africana solo por el color de su piel, ha muerto. “Tauorga ya no está vivo. Él fue alcanzado en Sirte por una bala que le penetró el cuello y lo paralizó”, dijo la fuente.

En Trípoli los combates no cesan. Son constantes entre las milicias locales (los habitantes de la capital) y los mercenarios de Al-Qaeda. Los renegados son atacados sin tregua desde todas partes.

Los habitantes de Benghazi llaman a los estudios del Canal Al-Rai para expresar su apoyo a Muammar Al Ghaddafi y anunciar que vuelven a unirse a la resistencia libia.

Un analista norteamericano, antiguo militar, ha dicho que la Brigada 32 bajo el comando de Khamis Al Ghaddafi está en condiciones de seguir luchando por muchos meses. Khamis Al Ghaddafi continua reagrupando y desplegando los elementos operativos para combatir los renegados en las zonas ocupadas.

El 19 de septiembre las tribus tuaregs tuvieron un congreso general compuesto por los jefes de esas tribus en Libia, Mali y Níger. Declararon que todos los tuaregs combatirán contra los renegados porque estos iniciaron una guerra contra los tuaregs libios y mataron un gran número de ellos.

Los tuaregs de Mali también han declarado que irán a la guerra contra el gobierno de Mali si este reconoce el “Consejo” de títeres en Libia o si el gobierno de Mali pone bajo arresto a personas cercanos a Muammar Al Gaddafi que se encuentran en Mali. Los tuaregs recuerdan que ellos son los amos del desierto sahariano y que “solo las personas autorizadas por los tuaregs pueden entrar al desierto… el Sahara será liberados de los islamistas” han prometido los tuaregs.

Así que los tuaregs han dado una respuesta clara a la gente de la OTAN que siguen enviando grupos de fuerzas especiales y de Al Qaeda al Sahara como fuerzas de ocupación.

Grupos saharianos ya están en camino hacia la ciudad libia de Sabha

En Bani Walid, las pérdidas de los renegados “se estiman en más de 1.000 muertos. Igual en Sirte y Sabha. Las Fuerzas Nacionales han retomado Brega con su puerto petrolero de donde está despachado el petróleo libio. También han retomado Ras Lanuf donde se ubica una importante refinería de petróleo.”

Son más de 10.000 touaregs (sin incluir los mencionados arriba) que se han unido a las fuerzas de la Jamahiriya libia y algunos de ellos han cruzado la frontera para ayudar la resistencia contra los terroristas colonialistas cruzados.

Como estaba previsto, numerosos combatientes árabes han llegado de países vecinos para unirse a sus hermanos libios y combatir a su lado contra los invasores.

La bandera verde ondea sobre los edificios en los barrios de Benghazi donde hay batallas entre los renegados. Estas luchas intestinas también han ocurrido en el campo de batalla. Los islamistas del CNT quieren la piel de Mustafa Abdul Jalil, títere de los nazis-OTANistas y jefe del mismo CNT.

Mujahedin de las tribus árabes han pasado por Egipto para unirse a las fuerzas libias en resistencia.

Los renegados siguen desorientados. No han arreglado su problema de mando. Combaten entre si a cada rato porque todos quieren ser comandantes. Al mismo tiempo, cuando se dio la orden de entrar a Bani Walid contra las fuerzas de la Jamahiriya, los renegados se rehusaron. Esto fue una gran sorpresa para sus jefes quienes les preguntaron si rehusaron debido al cansancio. Los renegados respondieron, “no por cansancio sino porque no queremos seguir haciendo correr la sangre de los libios.”

 

La Voix des Opprimés. Traducido por Tortillaconsal. Revisado por La Haine

http://www.lahaine.org/index.php?p=56287

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Kadafi ganha apoio com ofensiva da OTAN; Mídia omite

Ocidental, apesar de pouco simpático a Kadafi(como fica claro quando ele se refere ao “ditador”), tem as coisas bem claras no que diz respeito à “rebelião” na Líbia.

“Scott Taylor, The Chronicle Herald, Halifax, Canadá

A rebelião na Líbia sempre foi mais criação da mídia que confronto armado em grande escala. Sim, nos primeiros dias, os rebeldes tomaram alguns tanques e armas das tropas do governo. Por isso, houve escaramuças entre rebeldes e soldados do exército líbio ao longo da rodovia que acompanha o litoral.

Entre 15 de fevereiro, quando começou o levante, e 19 de março, quando o Conselho de Segurança da ONU autorizou intervenção internacional, a vasta maioria dos trabalhadores estrangeiros que viviam na Líbia abandonaram o país.

Naqueles dias de caos, o Ministério das Relações Exteriores da Grã-Bretanha noticiou que o presidente Mummar Gaddafi havia fugido para a Venezuela. Parecia que os rebeldes teriam vitória fácil e rápida. Mas Gaddafi nem viajou nem viajaria; em pouco tempo seus seguidores se recompuseram e, então sim, começaram uma efetiva luta de resistência contra os rebeldes.

Os rebeldes, que não são tropa profissional, logo iniciaram movimento de retirada de volta para o único ponto que realmente controlam no território, na cidade de Ben-ghazi.

Para impedir que Gaddafi impusesse qualquer tipo de retaliação contra os rebeldes, a ONU autorizou a OTAN a implantar uma zona aérea de exclusão sobre a Líbia, para impedir que civis desarmados fossem atacados.

Muito estranhamente, a resolução da ONU nada dizia sobre não atacar civis desarmados que vivem nos setores controlados por Gaddafi. Ante essa estranha omissão, a coalizão OTAN-EUA-Canadá iniciou imediatamente os ataques contra alvos do governo líbio.

Já há mais de cinco meses, os aviões da OTAN apoiam os rebeldes, e navios de guerra da OTAN implantaram um embargo de armas unilateral contra o exército de Gaddafi. Todos os fundos financeiros líbios foram congelados, o que tornou virtualmente impossível para a Líbia comprar material bélico nem, sequer, prover as necessidades básicas do país, por exemplo, em termos de combustível.

Apesar de todas essas medidas, as unidades esparsas, sem qualquer coesão ou ordem que compõem as milícias rebeldes, não conseguiram impor qualquer derrota taticamente significativa às forças leais a Gaddafi – muito menos, é claro, conseguiram derrubar o ditador.

Em viagem que fiz a Trípoli, semana passada, para levantar fatos, vi que Gaddafi consolidou seu controle sobre a capital e praticamente toda a parte oeste da Líbia. Diplomatas que continuam em Trípoli confirmaram que, desde que começou o bombardeio pela OTAN, o apoio da população e a aprovação ao governo Gadaffi subiram à estratosfera e estão hoje em torno de 85%.

Das 2.335 tribos que há na Líbia, mais de 2.000 mantêm-se fiel ao presidente atacado pela OTAN. Hoje, as principais dificuldades que os líbios enfrentam são relacionadas ao racionamento de combustível e à falta de energia elétrica, resultado das bombas da OTAN que são causa das mais terríveis dificuldades que os líbios enfrentam nos setores controlados por Gaddafi.

A população, evidentemente, culpa a OTAN – não Gaddafi – pelos racionamentos. Em esforço para combater esse sentimento popular e estimular a população a levantar-se contra Gaddafi, os aviões da OTAN têm lançado latas contendo panfletos sobre Trípoli.

Infelizmente para os planejadores da OTAN, as latas são pesadas demais e têm causado ferimentos e quebrado telhados pela cidade, lançadas, como são, de grande altura.

Quanto ao texto das mensagens, algumas já são piada entre os líbios, que riem das traduções às vezes ininteligíveis, às vezes cômicas. Num dos panfletos, por exemplo, no qual quem escreveu supunha que tivesse escrito que os civis devem “unir-se” aos rebeldes, está escrito, de fato, que os civis líbios devem “copular” com os rebeldes.

Outra das missivas da OTAN aconselha que os que vivam em áreas controladas por Gaddafi façam as malas e mudem-se para o território ocupado pelos rebeldes. Aí se lê que os cidadãos devem mudar-se imediatamente para o setor “dos possuídos” (como “possuídos pelo diabo”) da Líbia.

É possível que o embargo, a falta de combustível e a destruição dos prédios públicos e de serviços da Líbia acabem por criar uma crise humanitária muito grave na Líbia de Gaddafi, tão grave que não reste outra alternativa aos líbios além de unir-se em torno do líder que conhecem há mais de 40 anos, para tentarem sobreviver.

Então, afinal, se se chegar a esse ponto, o ocidente dificilmente convencerá alguém de que uma segunda intervenção militar tornou-se necessária, para salvar os líbios da desgraça criada pela primeira intervenção militar… e pelos mesmos interventores. ”

O autor, Scott Taylor é jornalista e militar, editor da revista Esprit de Corps

(retirado de: http://amarchaverde.blogspot.com)

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